• François

A lição de Felipe Neto

A performance de Felipe Neto no The New York Times foi irretocável. O jovem reciclou-se, e o fez tempestivamente. Não esperou envelhecer para autocriticar-se. Não. Amadureceu no tempo certo e está prestando um grande serviço à Democracia.

Essa é a opinião geral dentre os combatentes do bolsonarismo? Não. Após sua apresentação, eu fiz um passeio por blogs e portais. Da esquerda e da direita. Na direita, nenhuma surpresa. Só adjetivação, desaforos e análises de beira de quintal. Tá nos conformes da sua formação.

A surpresa, se é que foi surpresa, aconteceu na esquerda. De jovens progressistas torcendo o beiço, num gestual típico do ciúme. Despeito infantil. Dos da minha geração, repetição de chavões cujas cores esmaecem sob a poeira ou no interior do mofo.

O fascismo sobrevive muito mais pela burrice dos seus combatentes do que pelo talento dos fascistas. Se é que haja talento na estupidez.

44 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Rifa macabra

Isso não é um governo. É uma rifa clandestina entre amigos e sicários da população, posto que dos atos e omissões o resultado foi a mais cruel mortandade populacional da história do Brasil. Amigos civ

As tripas de um país fecal

Cujo presidente dá um susto nos aliados ao ter interrompida a tripa cagaiteira. Pois pois, como diria um português de Lisboa. "Ô pá, lamento, mas se todo mundo morre um dia, como disse o próprio gajo,

Só Cagão? Não...

Azarão também. Cagou para a CPI e azarou a Seleção. Onde Bolsonaro põe a torcido o azar hospeda-se junto. Torceu pro Trump, Trump lascou-se. Torceu na eleição da Bolívia, a esquerda venceu. Torceu pel