• François

Castilho

Zé. Todos eram zés. Castilho? Nem o poeta da questão coimbrã ou o goleiro famoso do Fluminense. Virou uma saudade, voando de asas pandas ao vento. Diana do pastoril, não tinha partido. E os dois cordões disputavam sua presença.

"Alô, dá pra ir hoje"? Resposta: "Ninguém veio". E ele: "Então faltou quórum".


"Pô, cê vai? Câmbio". "Só depois, câmbio". O Grande Ponto deserto. Que merda, que derna, que perna incansável. Chegou? Câmbio!



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