• François

Castilho

Zé. Todos eram zés. Castilho? Nem o poeta da questão coimbrã ou o goleiro famoso do Fluminense. Virou uma saudade, voando de asas pandas ao vento. Diana do pastoril, não tinha partido. E os dois cordões disputavam sua presença.

"Alô, dá pra ir hoje"? Resposta: "Ninguém veio". E ele: "Então faltou quórum".


"Pô, cê vai? Câmbio". "Só depois, câmbio". O Grande Ponto deserto. Que merda, que derna, que perna incansável. Chegou? Câmbio!



45 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Rifa macabra

Isso não é um governo. É uma rifa clandestina entre amigos e sicários da população, posto que dos atos e omissões o resultado foi a mais cruel mortandade populacional da história do Brasil. Amigos civ

As tripas de um país fecal

Cujo presidente dá um susto nos aliados ao ter interrompida a tripa cagaiteira. Pois pois, como diria um português de Lisboa. "Ô pá, lamento, mas se todo mundo morre um dia, como disse o próprio gajo,

Só Cagão? Não...

Azarão também. Cagou para a CPI e azarou a Seleção. Onde Bolsonaro põe a torcido o azar hospeda-se junto. Torceu pro Trump, Trump lascou-se. Torceu na eleição da Bolívia, a esquerda venceu. Torceu pel