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Fafá e Tata

Essa é a chapa que espero sair pra governadora e senador. E votarei nessa chapa com muito apreço e torcida.


Nas últimas eleições, votei nos dois. Como assim? Você pergunta. Vou explicar.


No primeiro turno das eleições passadas eu votei em Carlos Eduardo Alves, o Tata, contra Fátima Bezerra. Voto de reconhecimento pela boa administração de Natal, que ele fez. E mais ainda por amizade. Primeiro pelo pai dele, Agnelo Alves, figura do meu afeto e admiração, cujas divergências nunca afetaram nossa amizade.


Aí veio o segundo turno. E Carlos Eduardo declarou apoio a Bolsonaro. Peraí, amizade tem fronteira. E a fronteira da amizade em política é o apoio ao fascismo. Tata, naquele momento, cometeu esse erro. Ele que, em lutas lutas passadas, ficou contra a família para apoiar o progresso político. Aí declarei meu voto em Fátima Bezerra, no segundo turno. E o fiz corretamente.


Resumo: Votei muito bem, votando em Fátima. Votarei de novo. Votei bem em Carlos Eduardo, no primeiro turno daquelas eleições. Será fácil e agradável votar de novo nos dois. Fafá, governadora; Tata, senador.



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