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Governadores ou bandidos?

Ladrões? Não. Assassinos, se esse estuário indiciário bem robusto configurar provas. Não é uma corrupção comum, das que formam e forjam a vida política do Brasil. É um verdadeiro latrocínio, onde se mata pra roubar.

Refiro-me aos governadores envolvidos em operações de desvio de recursos públicos destinados a proteger acometidos pela pandemia do corona vírus. Uma canalhice que esborra podridão. Facínoras.

A corrupção produz danos a médio e longo prazos, desviando recursos que faltarão para escolas, hospitais, saneamento e demais serviços públicos.

Porém, essa corrupção na compra de equipamentos para socorrer os contaminados da pandemia, cujos efeitos são frágeis nos casos mais graves, é de uma perversidade que espanta até o reino dos infernos.

Deveriam ser afastados dos cargos imediatamente, e gozar do direito legítimo da defesa plena. Mas, longe do dinheiro público. Esses sujeitos não são políticos, são bandidos governando. E suas agremiações não são partidos, são quadrilhas, se não os expulsarem. Na dúvida, pró povo. Pró doentes. Defesa, sim. Mas longe do cofre.


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