• François

Olavo de Carvalho...

...o bazófio. Essa figura tem planado nas nuvens da marginalidade filosófica. Aquele tipo de pensador que chupa conceitos clássicos de pensadores consagrados, distorcendo-os ou podando-os. Uma esperteza bem comum entre leitores de si mesmos, no exercício aprendido e apreendido nas mumunhas do sofisma. O sofista foi o primeiro marginal da filosofia. O arauto da bazófia.

Essa é a escola clássica de Olavo de Carvalho. Não deixa de ser clássica, posto que é o classicismo da desonestidade filosófica.

Sua incursão pelo aristotelismo não passa da conclusão primária de que até os macacos intuem que o conjunto das bananas é maior do que o conjunto das bananas maduras. Ele não conseguiu sequer alcançar o aproveitamento que Tomás de Aquino fez de Aristóteles, na Escolástica. E muito menos da incorporação ao tomismo do pensamento de Platão, que o fez Santo Agostinho, na Patrística.

Olavo de Carvalho é um analfabeto "erudito". Um inútil à humanidade, que vive do financiamento dos seus discípulos e de organizações fascistas espalhadas pelo mundo. Nunca deu um nó num saco de estopa. Fala do Brasil, mas foge daqui como o cão da cruz. Sua pátria é o dinheiro e sua coragem é um fuzil que atira em alvos de papelão.

72 visualizações

Posts recentes

Ver tudo

De onde é a Revista Time?

Da Rússia? Se for é uma corja antidemocrática que detesta Trump e Bolsonaro, dois ícones da democracia terraplanista, tremendamente evangélica e "puritana". Não, não é da Rússia. É da China? Se for é

Vá entender!?

Eleições para prefeito em São Paulo, capital. Muitos candidatos, de tudo que é tendência, tendenciosas ou não. A única candidatura de esquerda com alguma e real chance de vencer é a do Psol, Guilherme

O nariz de Pinóquio...

...maior do que a Amazônia. Nunca na história da ONU, setenta e cinco anos, nem quando da guerra fria, em que mentiam soviéticos e americanos, um chefe de Estado mentiu tanto em tão pouco tempo. Quinz