top of page
  • Foto do escritorFrançois

Rinaldo Barros

Atualizado: 6 de fev. de 2020

Soube há pouco do falecimento de Rinaldo Barros. Da militância estudantil e clandestinidade. Estivemos presos numa mesma cela da Colônia Penal, quando as celas de castigo dos presos comuns foram transformadas em prisão política.

Deu-se esse fato com a chegada em Natal de presos políticos condenados em Recife. Rinaldo e eu estávamos entre eles.

Nunca perdemos o contato. Tempos depois nos encontramos, na campanha e no governo Wilma de Faria.

Era um sociólogo muito inteligente, bem humorado e feitor de amigos. Saudade.

Tempos terríveis de ilusões perdidas e sonhos quebrados pelo caminho.

22 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Esconderijo de silêncios (VI)

Desde a partida do padre Salomão, Januária quase acostuma-se com a calmaria religiosa entre as igrejas. O novo padre, tolerante, a igreja Batista, luterana, com um pastor tradicional, os terreiros de

E quando morrer?

Ao nascer, nem lembro quando, se chorei, nasci. Infância de grotas, chãs, pé de serra, frutas, sacristias, chuva e seca, se brinquei, sorri. Adolescência, remanso das dúvidas, morrem as certezas, veló

Esconderijo de silêncios (V)

A chegada de novo pároco em Januária atiçou a curiosidade noturna dos habitantes. O que houvera de fato? O sacristão segurava-se na promessa feita ao padre Salomão. O novo padre, jovem, foi alvo de as

Comments


bottom of page