top of page
  • Foto do escritorFrançois

Uma ilusão morta...

...uma realidade viva.


Taí o Afeganistão comprovando essa essa realidade triste e inenarrável. O Comunismo, nunca praticado, nunca sequer tentado, foi uma ilusão de várias noites de pesadelos.


O Capitalismo, nunca derrotado, nunca substituído, nunca demonizado é o pesadelo permanente, continuado, cujo hábito permite a cada manhã que a humanidade acorde pensando que foi apenas um pesadelo. E não é. É a realidade maléfica do regime econômico que põe a ganância, a competição e a exploração como objetivo final da condição humana.


O mal no Afeganistão não foi a saída das tropas americanas. Não. Foi a entrada. Essa megalomania capitalista de que o regime "exemplo" do Tio Sam é a palmatória do mundo.


Não consegue pôr em prática a igualdade racial, liberdade individual, paz social, nem na sua terra, mas se acha no direito de não apenas dizer, mas impor, sua práxis de mentira nas terras distantes dos outros. Desrespeitando culturas, costumes e afinidades. Dá nisso. O Capitalismo, repito, sem concorrente, é o patrono da miséria, do terrorismo e da degradação humana. Deixa no chinelo o feudalismo e o servilismo. Até porque esses aí nem tiveram direito à informação.

63 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Esconderijo de silêncios (VI)

Desde a partida do padre Salomão, Januária quase acostuma-se com a calmaria religiosa entre as igrejas. O novo padre, tolerante, a igreja Batista, luterana, com um pastor tradicional, os terreiros de

E quando morrer?

Ao nascer, nem lembro quando, se chorei, nasci. Infância de grotas, chãs, pé de serra, frutas, sacristias, chuva e seca, se brinquei, sorri. Adolescência, remanso das dúvidas, morrem as certezas, veló

Esconderijo de silêncios (V)

A chegada de novo pároco em Januária atiçou a curiosidade noturna dos habitantes. O que houvera de fato? O sacristão segurava-se na promessa feita ao padre Salomão. O novo padre, jovem, foi alvo de as

Comments


bottom of page